Terror em Archet
Informações gerais
- Título:
- Terror em Archet
- Autor:
- Mîn (antigo)
- Tipo:
- Fan-fic ambientada no MUD (OOC)
- Participantes:
- Local:
- Archet
- Data IC:
- 1º dia do Pós-Iule de 1418
- Data OOC:
- 23/04/2005
Resumo
Oengus, em uma bela tarde de sol, Vai para Archet para tratar de seus negócios, mas encontra algo muito estranho...
***
Nota da Administração: Uma Fan-Fic ambientada no mud é como um Log OOC, ou seja, que _não ocorreu_ realmente dentro do jogo, portanto não é passível de atribuição de gp.
Eu preciso visitar Belesdan nos escritórios, em Archet, pois me parece que ele Pode dar um jeito de vender esses meus itens inúteis, que atulham minha bolsa - pensei eu - Mas que pena, esta é uma manhã boa demais para despediçar com toda aquela burocracia, eu queria mesmo era estar no Pônei Saltitante, de papo pro ar, fumando um belo cachimbo!
Mas finalmente, em meio a esses pensamentos nada encorajadores, saí pelo portão leste, e fui para o norte, passei pela bela mansão dos McDermont, com seu sombrio guardião, e encontrei a simpática Kylara, que parecia muito nervosa.
- O que aconteceu, minha amiga? Você parece meio nervosa...
- Parece que tem algum fora-da-lei solto em Archet, ele atacou um guarda a noite passada, coitado, só sobraram pedaços dele...
- Não precisa ter medo, Kylara, tenho certeza de que ele logo será capturado e receberá a devida punição.
- Tomara, Oengus, tomara.
Me despedi dela, e segui adiante, rumo aos escritórios, que se localizam bem perto da entrada de Archet, cheguei na porta de carvalho grosso, e dei três batidas com os nós dos dedos na madeira, mas ninguém atendeu então abri a porta.
Quase cai para trás quando abri a pesada porta. Um fedor incrível de morte invadiu minhas narinas, e confesso que fiquei tentado a sair dali, mas o meu sentido se justiça falou mais forte, e adentrei o salão pricipal, a escuridão era quase total, a não ser pela tênue luz gerada pela insígnia de minha protetora, Estë.
Fiquei tateando no escuro na direção de onde o cheiro nauseabundo vinha, e ele ficava cada vez mais forte, até que fui obrigado a amarrar um pedaço de panono rosto, apara ver se aliviava o cheiro. Pisei em algo líquido, que depois constatei que era sangue. O cheiro fortíssimo estava me deixando atordoado, quando finalmente cheguei à fonte do fedor, uma pilha de corpos em decomposição, e dentre esses corpos, reconheci o de Gemma e o de Belesdan, com sua indumentária excêntrica. O bom Belesdan, que tanto tinha me ajudado nos meus dias de novato, estava morto, e isso me deixou furioso.
Saí deliberadamente no escuro, procurando por alguma pista do assassino, e logo encontrei. Ouvi alguma coisa se movendo logo adiante no breu dos corredores, e apurei meus sentidos para ver se conseguia divisar algo, e aos poucos consegui ver uma sombra mais escura que as demais se movendo.
Em tom de desafio, eu gritei:
- Quem está aí? Saia das sombras e se apresente, seu verme!
- Acho que eu posso aparecer, porque eu serei a última pessoa que você verá nesse mundo, maguinho miserável - Uma voz desdenhosa falou.
E logo eu vi de quem era a voz, era Bill Samambaia, um habitante de Bri, que vivia furtando pequenas coisas, mas desta vez ele tinha passado dos limites. Suas sombrancelhas grossas e sorriso zobeteiro me irritaram muito, e o meu sangue ferveu.
- Você por acaso sabe o quq aconteceu com as pessoas desse lugar? - perguntei, fingindo ignorância.
-Era justamente o que eu estava investigando - disse ele, com uma falsa tristeza.
Mas era claro que Samambaia era o culpado, pois ele estava carregando uma bolsa que tilintava de moedas, e as roupas, luxuosas, obviamente saqueadas deste mesmo lugar.
-Até um orc bêbado perceberia que você é o culpado por essa carnificina!
E ele partiu pra cima de mim, com uma terrível adaga negra em punho e um sorriso fanático nos lábios, eu levantei o escudo para aparar o seu golpe, e dei uma estocada por debaixo do escudo, o que o estripou. Ele caiu no chão com um olhar vago, como se estivesse com os pensamentos ao longe, o olhar dos mortos.
Depositadas sobre o corpo de Bill Samambaia, eu vi mil trezentas e seis moedas, que eu doiei para o guardião das centopéias, na academia, os corpos foram enterrados com o devido respeito e cerimônia, e Bri ficou a salvo da malícia de Bill Samambaia.
