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A Biografia de Gildrian

A Biografia de Gildrian

Informações gerais

Título:
A Biografia de Gildrian
Autor:
Gildrian
Tipo:
Biografia estendida
Participantes:
Local:
Gondor, Imladris, Lothlorien
Data IC:
Não indicada
Data OOC:
02/01/2015

Resumo

Conheça a biografia de Gildrian até o momento, bem como parte da história de uma Ordem a muito esquecida.

Para que possam compreender melhor a história de Gildrian, O Paladino, é necessário que antes se tenha conhecimento a cerca de fatos de um passado não tão recente, fatos estes que serão citados resumidamente aqui.

Os Ancestrais de Gildrian:

Gildrian descende de Numenorianos, e sua família estava entre o povo fiel aos Valar, que chegou a Terra Média nos navios liderados por Elendil escapando assim da destruição de Numenor na época de sua corrupção.

Os Paladinos:

Na época da chegada a Terra Média, os ancestrais diretos de Gildrian eram guerreiros honrados e formidáveis tendo maestria na arte da cavalaria e do combate direto.
Como era uma família bondosa e digna, eles se encheram de vergonha pela corrupção de Numenor e decidiram que faria uso de todos os seus conhecimentos e artes para se redimir.
Com este pensamento eles começaram a cavalgar pela Terra Média utilizando de toda a sua arte de cavalaria pesada para eliminar o mau e proteger aqueles mais desafortunados.
Por fim, se dedicaram tanto a este estilo de vida que passaram a detestar tudo aquilo que é profano e indigno, e montados em seus corcéis, trajando armaduras gloriosas e fazendo uso de escudos enormes e espadas longas, eles perseguiam toda e qualquer criatura que fosse considerada uma ameaça ao bem estar dos mais fracos sem se importar com os perigos.
Tornaram-se um povo altruísta, forte e respeitado, que não mediam esforços para levar um pouco de tranqüilidade as pessoas sendo capazes até mesmo de dar de bom grado seu próprio alimento a aqueles que não o tenha.
Devido a estes atos, eles foram intitulados de Paladinos pelo povo e assim Aigland, o líder da época decidiu oficializar o título fundando uma Ordem.
Eles criaram sua cultura, tendo costumes e regras entre si como por exemplo o fato de jamais fazerem uso de qualquer arma de ataque a distancia.
Adotaram como insígnia a imagem de asas abertas que eram entalhadas em seus escudos, usavam sempre as cores azul e prata e utilizavam esporas douradas.
Nessa época os Paladinos tiveram seu tempo de maior esplendor e glória, e relatos antigos comprovam que os mais dotados e dedicados entre eles possuíam poderes anormais como a capacidade de curar e fortalecer aos outros e a si mesmos fazendo uso de magias, e até mesmo conseguiam detectar a maldade em um ser ou objeto.

Ainaglin, A Espada do Líder:

Ainaglin, que na língua antiga dos élfos quer dizer Brilho Sagrado, foi forjada em Gondolin tempos antes de sua queda. Certa vez um grupo de élfos fora ajudados em batalha pelos Paladinos e assim saíram de uma grande dificuldade.
Em forma de agradecimento, o comandante do destacamento élfico entregou Ainaglin ao líder da época e desde então ela tem sido passada a cada líder sucessor.

Os Paladinos caem em esquecimento:

O tempo passou e a medida que os mais honrados e dignos na Ordem foram deixando este mundo, os Paladinos entraram em decadência.
Os mais jovens não tinham o espírito de liderança suficientemente forte, e era cada vez menor o número de membros nascidos entre eles que se sentiam inclinados a abraçar essa vida altruísta e cheia de sacrifícios.
Nessa época, a Ordem dos Paladinos ficou cada vez menor em número e glória, e seus descendentes estabeleceram morada no reino de Gondor.
Por fim, quando o último líder atuante da Ordem faleceu, sua armadura, o escudo e até mesmo Ainaglin foram esquecidos em uma câmara de tesouros no Palácio Real de Minas Tirith, juntamente com alguns poucos relatos escritos sobre os Paladinos.
Com o passar de centenas de anos, apenas poucos sábios entre os homens e alguns elfos tinham conhecimento da Ordem que outrora desbravou o mundo sob seus cavalos lutando com bravura e honra.

Sobre Gildrian:

Gildrian nasceu em Gondor, muitas gerações após o esquecimento da Ordem.
Pouco tempo após seu nascimento, seus pais fizeram uma viagem na qual foram vitimados por orcs e assim faleceram, deixando o bebê sem qualquer outro parente.
A criança foi acolhida no Palácio Real, e recebeu boa criação sendo instruído em cultura e valores.
Quando Gildrian atingiu idade suficiente para ser iniciado nas armas, ele foi levado a câmara do tesouro de Gondor onde lhe foi mostrada a armadura, o escudo e Ainaglin, e assim sua linhagem lhe foi revelada.
Ele soube através dos escritos esquecidos na Biblioteca Real que por centenas de anos nenhum de seus antepassados se sentiu inclinado a retomar o legado da família, e foi tomado por profunda tristeza por considerar este um legado digno de honras, e seu coração se encheu de desejo por vestir aquela armadura e levar Ainaglin novamente a batalha.
Mas ele ainda era pouco mais que uma criança e isso não foi possível.
Certo dia, Filend, um élfo viajante que era conhecedor de várias histórias antigas e as cantava ao redor do mundo com sua harpa apareceu em Gondor.
Ele se hospedou no Palácio, onde teve conhecimento de Gildrian e sua descendência, e por saber das histórias antigas a cerca dos Paladinos se aproximou dele.
Gildrian revelou ao élfo seu desejo de abraçar o legado a muito esquecido de sua família, e foi assim que em uma noite calma Filend partiu de Gondor levando Gildrian, Ainaglin e a armadura esquecida rumo a Valfenda.
Em Imladris, Elrond percebeu que aquela criança humana descendente de Numenorianos realmente tinha potencial para o bem, e assim o acolheu entre seu povo para prepará-lo.
Gildrian foi treinado na arte da espada por Glorfindel, um Lorde Élfico de grande poder e renome.
Ele estudou diversos idiomas, e na adolescência já falava o Sindarin e até mesmo o Quenya de maneira fluente.
Em suas horas de descanso dos treinos e estudos, ele descobriu o gosto pela música como forma de relaxar, e aprendeu a tocar harpa com seu amigo Filend, além de passar horas nos salões da casa de Elrond ouvindo diversas baladas e histórias dos tempos antigos.
Aos quinze anos de idade viajou até Lothlorien com uma comitiva de elfos, e pôde contemplar Lady Galadriel e Celeborn em toda sua majestade e imponência.
Ali ele ficou por alguns meses, onde recebeu mais conhecimentos e por fim retornou a Imladris onde descobriu que por algum motivo seu amigo Filend decidiu navegar para o oeste rumo as terras imortais, mas não sem deixar para o jovem uma carta com palavras amigas de encorajamento.
Aos dezoito anos Gildrian sentiu que a hora de sua jornada se aproximava, e procurou os conselhos de Elrond.
Assim trajou a armadura e o escudo do último líder dos Paladinos, e empunhou Ainaglin dizendo as seguintes palavras.

As Asas Prateadas.
Que foram símbolo de meus ancestrais.
Em tempos gloriosos.
Levando a proteção aos diversos cantos da terra.
Eis de brilhar novamente em meu escudo.
Ainaglin, Brilho Sagrado.
Outrora temida pelo inimigo.
E carregada pelos dignos e virtuosos líderes dos Paladinos.
Eis de luzir novamente em minha mão.
Levando o terror aos profanos, e a esperança aos oprimidos.
Ainda que por uma última vez após centenas de anos.
Os Paladinos serão lembrados.

Com estas palavras, Gildrian deixou Imladris cavalgando pela Grande Estrada Leste, abraçando o legado dos Paladinos com orgulho e satisfação, para iniciar uma jornada desconhecida pela Terra Média em busca de torná-la um lugar melhor a todos.

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