MUD Valinor


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Por Estrado!

Por Estrado!

Informações gerais

Título:
Por Estrado!
Autor:
Lyondeloth
Tipo:
Log de interpretação genérico
Participantes:
Local:
Bri, Estrado
Data IC:
17/Víressë/3088
Data OOC:
13/03/2011

Resumo

Quando um meio-elfo e um anão se encontram em terras mortais, o resultado é sempre explosivo. Mas, quando um enviado de terras ainda mais distantes intromete-se com uma missão que eles não podem recusar, o desfecho inesperado dos assuntos dos pequenos pode precipitar-se sobre o destino de toda a Terra Média.

Foi ao 17º dia do Víressë do 3088º ano da Terceira Era do Sol, pela contagem de Gondor.

Lyondeloth Laurelairë, mago élfico de Lórien seguia suas muitas peregrinações por razões insondáveis pelas terras ocidentais do mundo quando buscou repouso em Bri.
Pensava tê-lo encontrado numa obscura hospedaria repleta de homens curiosos, inclusive dos pequenos. Reconhecera a um cujo porte destoava do ambiente, ainda que oculto pela aparência quase frágil. Observavam-se com entreolhares discretos por dentre as brumas dos cachimbos. Foi quando um anão beberrão atraiu sua atenção.


[O Pônei Saltitante
Você adentra à taverna do Pônei Saltitante, separada da hospedaria por uma
parede ao sul e da sala de estar por uma parede ao leste. Diversas mesas
ocupam a sala, cada qual com dois bancos compridos. Sobre cada mesa há uma
ou duas velas, cuja luz complementa à das lamparinhas penduradas no teto,
junto com algum número de canecas decorativas. No canto noroeste da sala,
há um balcão de bebidas e armários com a comida trazida da cozinha ao norte.
Ao oeste, uma janela parcialmente coberta por pesadas cortinas permite ver a
Grande Estrada do Leste.
Há várias mesas com bancos aqui.
Um homem tranqüilo está aqui, embaralhando algumas cartas.
Nob está aqui, misturando bebidas atrás do balcão.
Um gato preto está aqui descansando.
Dori está aqui, sentado sobre um banco.
Hikkyen de Bri, o Mestre da Água está em pé aqui.
Gandalf, o Cinzento chegou do sul.]


[Hikkyen pegou um apetitoso salmão de um portal extradimensional.
Hikkyen come um apetitoso salmão.
Hikkyen foi para o norte.
Nob puxa Hikkyen para fora da cozinha.
Hikkyen funga tristemente.
Hikkyen foi para o leste.]

Hikkyen gritou
'- Carrapicho! mais cerveja!'
- Mais cerveja, carrapicho!'

Hikkyen berrou
'- Carrapicho, larga mão de demora! mais cerveja!'

Hikkyen bate o pé no chão, impacientemente.

[Lyondeloth olha para Hikkyen com uma educada expressão de desgosto.
HIKKYEN, anão, druída.
Hikkyen mede 1.60m, pesa aproximadamente 72kg e tem 110 anos.]


Hikkyen exclamou
'- Um elfo!'

[Hikkyen olha para Lyondeloth.
LYONDELOTH LAURELAIRË, Meio-elfo, mago.
Um dos Eldar eleva-se à tua frente, sorriso e olhar ternos e melancólicos
a um só tempo, enigma legível apenas a quem, como ele, viu no futuro os
últimos dias de sua espécie sobre a Terra Média. Mas a fugacidade do mundo
não afeta de qualquer outro modo o esplendor de Lyondeloth, o Laurelairë,
jovem peredhel descendente de altos elfos e senhores dos cavalos.
Outrossim resplandece, e sua mera presença irradia luz sobre o ambiente,
brilho e calor cuja fonte escapa aos olhos e atestam, quiçá, uma emanação
sobrenatural.

O garbo com que seus cabelos claros alinham-se até as costas e o
comedimento de seus gestos precisos, por sua vez, denotam estudo e
disciplina ancestrais. Tens sempre mais a convicção de estar em companhia
de um conhecedor do Fogo Secreto, um servidor do Único, que, pouco a
pouco, toma consciência e interessa-se por ti ele também. Em
reconhecimento, Laurelairë, o Mago, presta-te uma breve reverência com um
aceno de cabeça, voltando a mirar o infinito de seus pensamentos.

Lyondeloth mede 1.82m, pesa 80kg e tem 30 anos.]


Hikkyen ri de Lyondeloth sem piedade. Hmmmmph.


Hikkyen perguntou
'- O que que um elfo está fazendo aqui?'


Hikkyen joga a cabeça para trás, e dá gargalhadas com um olhar insano!


Lyondeloth murmura para si próprio:
- filhos de Aulë. Tão rudes e pequenos de pensamento que se faz admirável o fato mesmo de serem capazes de criar!

Hikkyen suspira sonoramente.

Hikkyen gritou
'- Carrapicho, traga mais cerveja!'

Hikkyen perguntou
'- Onde que foi esse maldito homem?'

Lyondeloth falou em Sindarin
'- Vai ao balcão e busca por ti próprio, anão. Ou tens medo de que o homem não te enchergue?'

Hikkyen exclamou
'- Páre de balbuciar, elfo! Não é bonito! Se tá tentando falar, fale direito!'

[Agora, Lyondeloth fala Lángua Comum.]

Hikkyen murmura: essa língua dos elfos...

Lyondeloth perguntou
'- Que culpa tenho eu se vossa raça desconhece as línguas dos filhos de Ilúvatar?'

Hikkyen exclamou
'- Não temos tempo pra ficar aprendendo esse tipo de coisa. Temos coisas mais importante pra fazer!'

[Hikkyen mexe em uma correntinha de ouro no pescoço.]

[Lyondeloth bebeu água de um leve cantil de madeira.]
Lyondeloth falou
'- Sempre mais interessados em cavar mais fundo, despertar aquilo que na escuridão foi aprisionado pelo sangue de Eldar sem fim, assombrar as profundezas com vossa cobiça.'


[O ruído distante de uma carroça ecoa pela vila.]


Lyondeloth exclamou
'- Nada sabem do belo ou do justo, tampouco das forças que garantem a tão precária paz em Arda!'

Hikkyen exclamou
'Aprisionado pelo sangue dos elfos!!!! Era só que me faltava! Se um de sua raça visse aquela criatura que assombra nossos sonhos, sairiam correndo!'

Hikkyen exclamou
'- e o que dizer do nosso trabalho? Se não fosse por nós, vocês, elfos, estariam em um estado muito pior!'

Lyondeloth perguntou
'- Qual o quê! Estaríamos em situação pior, nós, o Belo Povo que viu a luz das Árvores, se livres de traidores e infiéis?'

Hikkyen falou
'- Belo povo? É só isso que têm de bom.'


[Lyondeloth aponta para Gandalf, o Cinzento acusadoramente.]


Lyondeloth perguntou
'- Como ousas levantar tua voz torpe na presença daquele homem? Imagino que sequer o tenhas notado, quanto mais cogitado o que faz aqui. Pois eu leio seu poder, ainda que de sua história pouco saiba, e sinto sua gravidade. Este não é momento para as vilanias dos anões.'

Lyondeloth falou
'- Não posso deixar de respeitá-lo pelo que quer que se esconda sob a aparência daquele velho andarilho. E uma coisa lhe digo, anão: não é prudente despertar-lhe a ira. Tampouco a minha.'

Hikkyen falou
'- Não deixo de lado minhas desavenças em presença de nenhum poder, seja ele elfico ou dos homens do oeste.'

[Hikkyen está com muita sede.
Hikkyen bebeu cerveja de uma caneca de cerveja.]

Lyondeloth perguntou
'- Senhor de teimosias! Então me diga, que fizeram os anões pela Terra Média, senão se esconder em suas montanhas e fugir quase todos da batalha?'

Hikkyen exclamou
'- Fugir da batalha! Como ousas proferir tal insulto? Nós não fugimos de nenhum tipo de batalha!'

[Hikkyen empunha um machado resistente, e parte pra cima de Lyondeloth!]

Lyondeloth perguntou
'- Onde estavam os vossos quando Lindon tombou? E quando os orcs dominaram as montanhas do norte ao sul?'



Nesse instante, o andarilho que repousava ao sul, separado dos contendores por muitas mesas, cadeiras e garfadas de toda ordem, burlou-as todas e esquivou-se das gentes sem que nem o enfezado anão, nem o controlado meio-elfo se dessem conta, a não ser quando ele já elevava praticamente entre os dois:


Gandalf, o Cinzento disse
'- Basta! Não foi este o propósito de suas jornadas, posto que eu os conduzi aqui. Sim, Lyondeloth, nem teus poderes me passaram despercebidos, apesar de muito bem protegidos. E tu, Hikkyen anão, nem fazes questão de ser discreto. Mas seus corações não são mistério para mim'.

[Lyondeloth olha para Gandalf, o Cinzento.
Gandalf, o Cinzento está perfeitamente saudável.
Gandalf, o Cinzento está usando:
<na cabeça>    um chapéu pontudo
<sobre o corpo>    uma capa cinzenta
<empunhando>    um cajado retorcido
<segurando>    (Brilhando) Glamdring
<nos pés>    um par de botas de andarilho]


Gandalf ergue uma mão, e Hikkyen e Lyondeloth são tomados como que por um encantamento!'


Gandalf, o Cinzento disse
'- O que imaginam fazer alimentando a discórdia herdada dos erros de seus ancestrais, cuja tolice honram com contumácia?'.

Gandalf, o Cinzento olha para Hikkyen.

Gandalf, o Cinzento disse
'- Anão! Guarda esse machado!'.

[Hikkyen derruba o machado no chão.]

Lyondeloth falou
'- O anão a nada respeita, Grande Mago. E nem poderia, pois que a nada conhece além dos salões de seus senhores.'

Gandalf, o Cinzento disse
'- Calai-vos. É momento de ouvir, para que algo aprendam, se assim for conveniente!'.

Lyondeloth cala-se em reconhecimento ao poder superior.

Gandalf, o Cinzento disse
'- Bom! Agora, anão, faz como eu disser, porque falo do que sei. Tenho uma missão, e teu machado mais conveniente a ela do que
contra os servos das rainhas élficas.'.

[Hikkyen curva-se diante de Gandalf, o Cinzento.]
[Lyondeloth sorri alegremente.]

Gandalf, o Cinzento exclamou 'Lyondeloth Meio-Elfo, filho de Louliël de Imladris, ouvi atento!'

Lyondeloth olha para Gandalf.


Gandalf, o Cinzento disse
'- É de meu conhecimento que algo perturba o leste próximo, e o pequeno povo de Estrado está cercado por inimigos. Não compreendo a natureza da ameaça, e não me é consentido deixar Bri agora. Mas a vós conheço, ainda que vos seja ignorado, e sabeis agora ser por minha vontade que
estais aqui.'.

Gandalf, o Cinzento disse
'- Hikkyen, o anão: por tua experiência com batalhas, deves partir já para o leste e fazer o possível para conter a avançada adversária. Tu, eldar, por tua vez há de me acompanhar à Biblioteca de Bri. Preciso de teus conhecimentos, e sei que me tens poder o bastante para me reconhecer'.

[O ruído distante de uma carroça ecoa pela vila.]

Hikkyen falou
'- Assim farei, senhor. Mostrarei o valor do meu povo. Não irei faltar com minha palavra, como meu povo que nunca esquece suas promessas!'

Hikkyen pega o machado do chão e o pendura no cinto

Hikkyen curva-se diante de Gandalf, o Cinzento.
Gandalf, o Cinzento curva-se diante de Hikkyen.

Lyondeloth falou
'- Mago, não é prudente confiar a um só anão tamanha tarefa.'

Hikkyen falou
'- E muito menos a um elfo!'

Lyondeloth falou
'- Quem daria valor à palavra de um anão? '
Quantos o tomariam por arauto dos que ora aportam do Oeste?'

Lyondeloth exclamou '- Pois que o digo, senão poucos, nenhum!'

[Hikkyen cerra os dentes e encrespa-se de raiva.]

Lyondeloth falou
'- O alcance de seus braços é por demais curto, e estará cercado antes do fim. É o que vejo.'

Gandalf, o Cinzento disse
'- Pelas minhas barbas, Lyondeloth Laurelairë! Pelas minhas barbas já grisalhas o suficiente! Então vai, e premia tua tolice com o fogo da batalha. Sim, sim, é uma boa cura para ela.'.

Gandalf, o Cinzento disse
'- Os dois! É preciso que auxiliai um ao outro, e que retornai vivos e sãos. Não entendo bem a natureza desse evento, mas algo bom há de nascer, aqui. Sim... Mas enfrentareis grande perigo, então dai fim ao debate!'.

[O medo domina Hikkyen, que começa a tremer incontrolavelmente.]

[Hikkyen pede desculpas a Gandalf, o Cinzento.]

Lyondeloth exclamou
'- Meus poderes desconhecem a distância, senão no limite de minha mesma visão herdada dos Eldar. E eles não lhe faltarão, nem àqueles que deles necessitarem. É meu juramento. Por Manwë e Taniquetil!'

Hikkyen exclamou
'- Com a resistência dos anões e as experiências em batalhas e com armas que temos, e com a nossa dureza na dificuldade cumprirei essa missão, e faço esse juramento pelos meus tesouros mais caros, e pelo meu bigode!'

Hikkyen exclamou
'- Onde está sua mochila, elfo? É para irmos já!'

Gandalf, o Cinzento disse 'Vão!'.

Você falou
'- Partamos, pois. '

[Lyondeloth segue Hikkyen.]


Gandalf, o Cinzento disse
'- Elfo, dá vida à vontade secreta contida em tuas palavras. Começa aqui a descortinar-se aquilo pelo que ansiavas. Anão, organiza o melhor possível a batalha!'.


Lyondeloth exclamou
'- Podes contar com meu cajado!'

Hikkyen curva-se respeitosamente.



[Hikkyen foi para o sul.
Lyondeloth segue Hikkyen.]



E Gandalf acompanhou-os até o acesso meridional de Bri, onde, por sob as paliçadas, pôs suas mãos sobre os ombros de cada um e abençoou sua empreitada:



[Dentro do Portão Sul
Você está do lado de dentro do portão sul de Bri. Para o norte fica a
interseção da Grande Estrada Leste com a Avenida da Lei.
Saídas: n s sw
Um ganso anda desengonçadamente por aqui.
Gandalf, o Cinzento, está aqui.
Gandalf, o Cinzento brilha sob uma aura branca.
Um guarda da vila permanece a postos.
Um guarda está patrulhando aqui.
Hikkyen de Bri, o Mestre da Água está em pé aqui.

[Gandalf, o Cinzento chegou do norte.]


Gandalf, o Cinzento disse
'- Não se demorem! Tragam-me notícias antes de o sol voltar a surgir!'.



Decorrida uma intensa marcha, a dupla chegou a Estrado. Fumaça se erguia da floresta de Chet, ao longe, e os hobbits pareciam curiosos, mas nada preocupados. Foi quando Lyondeloth alçou seu cajado e começou a falar.


[O Fim do Caminho
Você encontrou o fim do caminho. Em tocas sob as árvores você pode
ver três construções. Para leste e oeste há mais dos robustos edifícios
que você encontrou anteriormente. Entretanto, ao norte, há uma
construção muito mais bela. Maior que as demais, ela possui um grande
projeto de construção.]


Lyondeloth gritou
'- Hobbits de Estrado!'

[Hikkyen de Bri, o Mestre da Água está flutuando aqui.
Um hobbit de aparência particularmente vil guarda o caminho norte.
Um guarda hobbit está paralisado, por efeito de algum encantamento.
Um hobbit de aparência particularmente vil guarda o caminho norte.
Um guarda hobbit está paralisado, por efeito de algum encantamento.
Um hobbit chegou do sul.]


Lyondeloth gritou
'- Sou Laurelairë de Lórien, filho de Atanorolon!'
'Fui-lhes enviado por Gandalf, o Andarilho, para alertar-vos do perigo iminente!'

[O Thain Rungo está paralisado, por efeito de algum encantamento.]

Lyondeloth gritou
'- É preciso que todos os cidadãos apresentem-se, porque vossa terra está em perigo!'

O Thain Rungo gritou
'- Soldados! Guardas! Guardas, corram a armar a proteção!'

Hikkyen gritou
'- Calma, calma, vamos ajudar! paciência, venham aqui, thain! se reúna comigo e com o elfo! Elfo, prepara seus feitiços!'

Lyondeloth aperta os olhos em direção à mata densa.

Você gritou
'- Todos aqueles que possam brandir uma arma, a velha ameaça dos hobgoblins que paira por Chet ora se aproxima pelo leste.'
'Cá estamos para ajudá-los a defender vossa terra, mas é preciso o comprometimento de todos!'


[O Thain Rungo cuidadosamente acendeu um belo cachimbo de barro.
O Thain Rungo cuidadosamente tragou um belo cachimbo de barro.
O Thain Rungo faz uma expressão de alegria e começa a brincar de fazer arcos de fumaça com seus tragos]

Hikkyen exclamou
'- Thain! Agora não é hora de fumar!'

Lyondeloth olha acusadoramente para o Thain Rungo.
O Thain Rungo olha acusadoramente para você.
Hikkyen olha acusadoramente para o Thain Rungo.
O Thain Rungo olha acusadoramente para Hikkyen.


Lyondeloth disse:
'- À luta, bons hobbits! POR ESTRADO!'



E partiram Hikkyen, o anão, e Lyondeloth, o meio-elfo, liderando um bando de pequenos que se reduzia a cada passo.


Hikkyen gritou
'- Eles não vêm! Ficam todos pelo caminho!'


[A terra treme como consequência de outra experiência mal sucedida...]


Lyondeloth sussurrou para Hikkyen
'- Hobbits tolos. Nada tomam por sério, a não ser comida e bebida!'

Lyondeloth falou
'- Pois partamos com aqueles que ouviram o Chamado.'



Embrenharam-se com seus seguidores pela mata, nisso incluída a notável presença de um literato hobbit, o Professor. Atravessaram plantação, colina e planície, até grandes escadarias, onde renderam o posto de guarda avançada dos hobgoblins. Ocultava-se adiante grande devastação na mata, e as criaturas saíam como morcegos de suas tocas na pedra. Com efeito, morcegos terríveis as acompanhavam e atacaram a companhia!


[O golpe de Hikkyen MASSACROU um morcego negro!
Um morcego negro caiu no chão ... MORTO.

Lyondeloth se esquivou do ataque do guarda hobgoblin.
Lyondeloth desviou o ataque do guarda hobgoblin.
Lyondeloth MASSACRA o guarda hobgoblin com seu golpe fulminante!
O guarda hobgoblin caiu no chão ... MORTO.
O guarda hobgoblin está MORTO!!
Depositados sobre o corpo do guarda hobgoblin, Lyondeloth vê:
    uma enorme clava
    um trapo imundo

O golpe de Hikkyen MASSACROU o guarda hobgoblin!
O golpe de Hikkyen MASSACROU o guarda hobgoblin!
O guarda hobgoblin vê o momento em que suas tripas são arrancadas do seu corpo. E morre.
O guarda hobgoblin está MORTO!!]
O golpe de Hikkyen MASSACROU o guarda hobgoblin!
O guarda hobgoblin derramou seu sangue sobre seu corpo...
O guarda hobgoblin está MORTO!!]



Quando atravessava a sala da guarda, Hikkyen que se imaginava além do campo de visão dos inimigos e liderava a marcha pelo interior da pedra bruta, seu ambiente natural, foi surpreendido em cheio. Lyondeloth, atrasado a fim de guiar os demais, pouco pôde fazer. Quando o alcançou, corpos se empilhavam pelo caminho, mas o anão vitorioso já colecionava ferimentos enquanto seguia a corrida rumo à sala do rei, perseguido.

[Hikkyen voou para o norte.
Um mineiro hobgoblin foi para o norte.
O guarda hobgoblin foi para o norte.
Lyondeloth segue Hikkyen.]

Lyondeloth falou
'- Anões ignorantes! Como podem não saber sobre a visão dos hobgoblins?! Deveria tê-lo avisado.'



Foi quando Hikkyen arrombou seu objetivo e finalmente parou. Preparava seu ataque ao foi contido por um gesto do meio-elfo. O mago confiava em uma solução negociada.


[A Câmara do Rei
Enormes e quase frescas carcaças e peles foram penduradas nas paredes desta
câmara macabra. Ao olhar para elas, você não percebe nenhuma evidência de
decomposição. Diversas tochas ao longo das paredes dão a esta câmara
uma aparência mais iluminada que as demais pelas quais você já passou.
Saídas: s w
Um alto trono de granito bruto foi esculpido aqui.
(Brilhando) Uma estranha pilha de restos de pele, lembrando um manto, foi deixada aqui.
Uma chave ensangüentada está jogada no chão.
Hikkyen de Bri, o Mestre da Água está flutuando aqui.
Um mineiro hobgoblin está aqui procurando por ouro.
Um mineiro hobgoblin está paralisado, por efeito de algum encantamento.
O guarda hobgoblin ataca primeiro, pergunta depois.
O guarda hobgoblin está paralisado, por efeito de algum encantamento.
Um hobbit de aparência poderosa está aqui vestindo roupas ornamentadas.
O Thain Rungo está paralisado, por efeito de algum encantamento.
Um marceneiro caminha nesta sala, nervoso com sua chegada.
Uma criança hobbit está aqui, saltando sobre pedras.
Hikkyen de Bri, o Mestre da Água está flutuando aqui.]



Lyondeloth exclamou
'- Ouve, rei indigno!'

Lyondeloth falou
'- É chegada a hora de dar fim a teus abusos sobre o pequeno povo que habita a oeste.'

Nisso, porém, um dentre os hobbits desembainhou a adaga, tomou ao Thain por refém e usou-o como escudo entre si e os demais, bradando aos hobgoblins:


O traidor gritou
'- Pro ataque!'

Lyondeloth exclamou
'- Hobbit tolo!'


O traidor gritou
'- Matem esses hobbits idiotas! É hora da fartura! Chega de regras, de trabalho, de ordenhar vacas! Tomar o que quiser, isso é que é vida!'


Chocado, mas enfurecido, o Thain tentou se libertar.


[O golpe do Thain Rungo MASSACROU o traidor!
O golpe do traidor acertou o Thain Rungo levemente.
O golpe de Hikkyen MASSACROU o Traidor!
O Thain Rungo caiu no chão ... MORTO.
O Thain Rungo está MORTO!!]



Os hobgoblins avançaram triunfantes na direção dos hobbits acuados, obrigando nossos heróis a partir ao ataque.


Lyondeloth levanta as mãos e grita
'- A Elbereth Gilthoniel!'


[Lyondeloth disse solenemente, 'Esfera Quântica'.
Lyondeloth destrói o rei dos hobgoblins, deformando o espaço ao seu redor.
O corpo do rei dos hobgoblins compacta-se em uma esfera negra pulsante e reaparece deformado!
Uma orelha de desprende do corpo inerte do rei dos hobgoblins.
O rei dos hobgoblins está MORTO!!
Lyondeloth pegou 10 moedas de ouro do corpo do rei dos hobgoblins.
Depositados sobre o corpo do rei dos hobgoblins, Lyondeloth vê:
    um cetro retorcido
    (Brilhando) um manto de pele remendado
    uma chave ensangüentada

Lyondeloth disse solenemente, 'Esfera Quantica'.
Lyondeloth destrói um guarda hobbit, deformando o espaço ao seu redor.
O corpo de um guarda hobbit compacta-se em uma esfera negra pulsante e reaparece deformado!
A selvageria do ataque deixa os pertences do guarda em pedaços.
Um guarda hobbit gritou furiosamente e caiu inerte no chão!
Um guarda hobbit está MORTO!!



[ . . . ]


Após grande enfrentamento, muitos tombaram de ambos os lados, mas a corte hobgoblin parecia aniquilada e todos os amigos pareciam bem, exceto...


Hikkyen cai no chão ferido.


Lyondeloth olha para Hikkyen.


Lyondeloth exclamou
'- Meu amigo!'

Lyondeloth acode o companheiro, preocupado.

Hikkyen se esforça e levanta, ofegante.

Lyondeloth exclamou
'- Estás bem? É findo o combate, Estrado está protegida!'

Hikkyen exclamou
'- Foi o traidor! Ele me atingiu com uma flecha!'

Hikkyen suspira sonoramente.

Hikkyen disse: 'É o que parece, mas pode não ser o fim. Vi algo na floresta, quando vínhamos para cá. Algo rumava para a vila!'

Hikkyen está com muita sede.

Lyondeloth dá um leve cantil de madeira para Hikkyen.

Hikkyen bebe água de leve um cantil de madeira.



E correram pelo caminho de onde vieram.


[Lyondeloth segue Hikkyen.
As Árvores Caídas
A parede viva de árvores subiu a colina pelo lado norte e a envolveu até aqui.
Feito gigantes, elas bloqueiam todo o caminho de leste a oeste. Você nota duas
grandes árvores, há algo estranho nelas.
Saídas: n s
Duas gigantescas árvores estão aqui feito dois enormes pilares de um portão.
Um enorme troll permanece imóvel aqui.
Hikkyen de Bri, o Mestre da Água está flutuando aqui.]


[Hikkyen disse solenemente, 'unsoqaihabra szggaag'.
Um enorme troll vai mostrar quem manda!
Um enorme troll dilacera Hikkyen com suas garras poderosas e afiadas.

O golpe de Hikkyen MASSACROU um enorme troll!

Lyondeloth disse solenemente, 'Acetum Primus'.
Lyondeloth, com uma rajada de ácido destrói um enorme troll!
A mão de Lyondeloth atravessa um enorme troll e o faz explodir em vapores de ácido!
O troll é levado ao chão, mortalmente atingido.

Engasgado, ele fala, 'Isto não o levará a lugar algum. Eu terei a vitória final.'
Com um estrondo, o troll cede à morte.
Um enorme troll caiu no chão ... MORTO.
Lyondeloth pegou 4 moedas de ouro do corpo de um enorme troll.


Hikkyen parece rir de alguma coisa, assim: 'heh heh heh'.


Hikkyen exclamou
'- Mais um perigo! Se nos saímos vivos, é porque a bênção do mago nos acompanhou!'

Lyondeloth falou
'- Os servos de Morgoth são mais numerosos do que se pode contar.'

Hikkyen estremece...

Hikkyen falou 'Agora vamos! Há hobbits feridos'

[Hikkyen voou para o sul.
Lyondeloth segue Hikkyen.]



Quando retornaram às minas hobgoblins para resgatar seus acompanhantes que lá repousavam, para horror de ambos, os hobbits estavam cercados por uma nova leva de criaturas, e muitos dos pequeninos aderiam a elas, numa inexplicável luta fratricida.


[O golpe de um mineiro hobgoblin DESTRUIU uma criança hobbit!
O golpe de uma criança hobbit DESTRUIU um mineiro hobgoblin!
Uma criança hobbit DESFIGUROU um mineiro hobgoblin com seu golpe!
O golpe de um mineiro hobgoblin acertou uma criança hobbit levemente.

Lyondeloth disse solenemente, 'Acetum Primus'.
Lyondeloth, com uma rajada de ácido, destrói um mineiro hobgoblin!
E sua mão atravessa um mineiro hobgoblin e o faz explodir em vapores de ácido!
Um mineiro hobgoblin vê o momento em que suas tripas são arrancadas do seu corpo.
Um mineiro hobgoblin está MORTO!!]



Hikkyen exclamou
'- Pelos sete pais dos Anões!'

[Uma criança hobbit DESTRUIU uma criança hobbit com seu golpe esmagador!
O golpe de um hobbit acertou uma criança hobbit levemente.]

Hikkyen exclamou
'- Parem, seus tolos!'

O golpe de uma criança hobbit machucou um hobbit!


Hikkyen perguntou
'- Que maldição é essa?'


Hikkyen olha desesperado para o companheiro.


[O golpe de uma criança hobbit machucou um hobbit!
Uma criança hobbit DESTRUIU uma criança hobbit com seu golpe esmagador!
O golpe de um hobbit acertou uma criança hobbit levemente.]

Hikkyen exclamou
'- Elfo! O que tá acontecendo?'


[O golpe de um hobbit DESTRUIU uma criança hobbit!
Uma criança hobbit está MORTA!!
Um hobbit foi para o oeste.]


Hikkyen exclamou
'- É o feitiço de Morgoth! Só pode ser!'

Hikkyen esconde o rosto nas mãos.

Lyondeloth falou
'- Morgoth nada pode na presença do arauto de Mahánaxar, o Círculo da Lei.'

'- Que a sombra trema sob o brilho da Luz dos Valar!'


Lyondeloth disse solenemente, 'Luz Continua'.
Uma esfera brilhante o cobre com raios de luz iridescente...


Lyondeloth falou
'- Partamos agora! Para a vila, que Estrado exige cuidados. Muita dor ainda virá do que o mal plantou aqui.'


[Uma poça de sangue secou, deixando uma pequena mancha em seu lugar.
Um monte de vermes devorou a orelha do rei dos hobgoblins.]


Hikkyen perguntou
'- Eles se atacaram! Que mal é esse? Qual feitiço foi jogado nessas crianças e hobbits tolos?'


Lyondeloth falou
'-Demos notícias ao velho mago. Apenas ele saberá responder.'


Hikkyen falou
'- Sim, só ele pode ajudar. Algum mal foi feito aqui'

Hikkyen falou
'- Vamos.'


]As nuvens desaparecem do céu.]

Uma poça de sangue secou, deixando uma pequena mancha em seu lugar.


Após dispensarem a cura e o conforto que suas artes e experiências lhes possibilitavam sobre o pequeno povo do Estrado, anão e eldar retornaram a Bri sob a pesada chuva que lavava o sangue da batalha. Sob os muros da cidade Gandalf os aguardava, a tristeza da premonição estampada em seu rosto.


[Próximo ao Portão Sul
Você está fora da vila de Bri, porém o portão Sul da vila está poucos
metros a norte. Aqui começa uma grande estrada, a Estrada Leste, que vai
de Bri até Valfenda, a muitos e muitos quilômetros de distância. Há uma
trilha que segue do oeste para nordeste, e segue o contorno do fosso e da
cerca viva que circundam Bri.

Gandalf, o Cinzento, está aqui.
Gandalf, o Cinzento brilha sob uma aura branca.
Hikkyen de Bri, o Mestre da Água está flutuando aqui.]


Hikkyen exclamou
'- Gandalf!'

Lyondeloth faz uma reverência para Gandalf, o Cinzento.
Gandalf, o Cinzento elegantemente reverencia você.

Hikkyen curva-se diante de Gandalf, o Cinzento.
Gandalf, o Cinzento dá um belo tapa no rosto de Hikkyen.

Hikkyen diz, 'ooOOooOOooOOoo.'


Gandalf, o Cinzento disse
'- Como é bom vê-los de volta! Mas meus temores, agora vejo, foram justificados. Irmão contra irmão, e logo sobre os mais inocentes o terror se abateu! Que lição a se aprender, vós que sois todos criaturas de um só criador, mesmo se por diferentes mãos moldados!'.

Lyondeloth falou
'- Mestre Gandalf, o Inimigo envia sua sombra, que se adensa sempre mais. Já a pressentíamos há muito nos entornos dos domínios da Senhora, e mesmo em Imladris sabemo-nos cercados pelo que habita as montanhas.'

Gandalf, o Cinzento disse
'- Meus amigos, sejam vigilantes, mas, não tenham medo! A natureza deste mal não pode permanecer um mistério a longo. É chegada a hora de providências graves. Reunir-me-ei com o líder de minha ordem, Saruman, o Sábio. Quanto a vós, saibam que o Mal é sempre forte nos primórdios, e mais forte ainda nos entremeios, mas a sombra mais negra nada pode contra a menor das luzes. Que suas vozes soem juntas, e que ensinem a melodia aos seus, pois a arte do Senhor do Escuro é a divisão, e só depende de suas escolhas impedi-la. Agora, adeus!'.


...e partiu o andarilho cinzento, que para os olhos élficos reluzia, e para o anão representava a imensa honra dos antigos, à qual apenas os pais poderiam se comparar.

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