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Lyondeloth Laurelairë, lenda de Tempos de Glória

Lyondeloth Laurelairë, lenda de Tempos de Glória

Informações gerais

Título:
Lyondeloth Laurelairë, lenda de Tempos de Glória
Autor:
Lyondeloth
Tipo:
Biografia estendida
Participantes:
Local:
Lothlórien, Rohan, Valfenda, Gondor, margens do Anduin
Data IC:
Não indicada
Data OOC:
14/02/2011

Resumo

Biografia completa de Lyondeloth Fainalaurëa, o Laurelairë, meio-elfo mago do povo de Imladris e descendente de rohirrins, que cresceu em serviço à Senhora Galadriel na floresta de Lórien.

Da distante Lothlórien, onde as folhas de ouro jamais caem, vem um meio-
elfo encantado. Filho unigênito de Louliël, uma alta elfa de Imladris
pertencente à casa de Lecabel, servidora da Senhora Galadriel enquanto de
sua presença na Terra Média, e Atanorolon, leal cavalariço do reino de
Rohan, seu nascimento, na alvorada do 12º dia de primavera do 2979º ano da
Terceira Era do Sol foi particularmente uma esperança para os de seu pai
companheiros, e uma nova aurora a uma raça que findava.

Assim o foi, segundo os da Lórien que, como nunca antes, em Flor estava:
Com a alvorada, entre as folhas despertaram os raios do sol e com eles
Lyondeloth surgiu. Naquela noite, na casa de Lecabel, a harpa soou límpida
e as estrelas brilharam intensas.

Lyondeloth passou o princípio de sua vida com sua mãe noldorin e os belos
elfos, onde não tardou a irradiar sua potência: dos eldar, as palavras;
dos homens, o ímpeto. Aos 15 anos, Laurelairë cantou à Senhora um hino que
mesmo aos Seus olhos surpreendeu: Quando as folhas começaram a dançar e os
ventos a entoar sua melodia, dos sábios a atenção para com ele cresceu, e
com a própria Galadriel e seu amado Celeborn sobre os Quendi e Arda
aprendeu. Foram anos de ternura e iluminação para o meio elfo, que recebeu
da Senhora, na língua antiga de Valinor, o nome Laurëlairë, pois seus
versos brilhavam feito ouro.

No entanto, seu pai, que entre muitas viagens às ordens dos Reis dos
Homens seguia, pôde, certo dia, a Lórien retornar (como de tempos em
tempos fazia). Era o trigésimo aniversário de seu filho , e após tamanho
tempo para os mortais, o eorlinga já havia compreendido melhor a vida dos
Quendi que com seu raro convívio o privilegiaram.

Assim, decidiu-se por ensinar ao jovem Elda, que ainda tão infante
parecia, as tradições dos cavaleiros do Sul. Foi uma longa noite de
debates entre Onorielin, pai de Louliël, e Atanorolon. Sobre o Ninrodel, a
correnteza ameaçava os antigos cisnes brancos.

Por fim, decidiu-se em nome do antigo amor que originou o belo elo entre
ambas as raças, que era justo e virtuoso para Atanorolon ensinar a
Lyondeloth suas tradições. Assim partiu Lyondeloth, que ficou conhecido
entre os homens como o Sábio de Entre-Mundos, para ter com os Senhores dos
Cavalos, visitar as bibliotecas e avistar as torres das grandes cidades
dos numenorianos.

Dez dúzias de sóis após a última tarde na Floresta Dourada, uma sombra
encobriu suas áureas madeixas: em uma expedição ao Grande Rio, para aos
olhos eternamente embriagados com a beleza das criações de Eru, mostrar ao
filho uma das grandes obras dos homens antigos - os Argonath - um bando
silencioso de servidores de inomináveis senhores sombrios disparou suas
flechas... Atanorolon e Lyondeloth, além dos dez homens que, inspirados
pelo descendente desconhecido de seu capitão, decidiram-se por acompanhá
-los, lutaram bravamente contra a primeira leva (Mesmo Laurelairë já
aprendera, nesses dias, a brandir as armas dos mortais), mas reforços
horrendos chegaram, e o grupo teve de recuar.

...três dias e noites inteiras de batalha, e os Orcs os seguiam...

Arguto, Lyondeloth sugeriu ao pai que levasse seus homens rumo ao rio
Entágua. O capitão decidiu aceitar a sugestão. Sendo um homem nobre,
reconhecia a sagacidade de seu filho.

Chegando ao rio no fim da tarde do novo dia, ainda com boa parte do
batalhão Orc em seu encalço, os homens passaram pelo rio em cavalos
ornados. Lyondeloth os aguardou, suspendendo-se de sua montaria e tocando
a superfície da corredeira, ao que começou a recitar palavras de idiomas
esquecidos pelos Homens Mortais.

O ar congelou sobre o leito, e um vento afiado começou a bradar,
confundindo-se com a voz do mago. Do norte, então, um sopro cortante se
opôs ao que agitava a água, como uma velha voz que lentamente contestava a
mais nova. Assim, nesse aparente debate de alguns instantes para uns, mas
de uma longa espera para tantos outros, o tempo se confundiu e mais nada
aconteceu

Quando tempo e vento novamente planaram, flechas cruzaram os céus vindas
de todas as partes, e a maior parte delas para os céus retornaram, pois
ar e água desviaram-lhes os cursos, barrando-as na forma de grandes
figuras aladas.

Entre uma das paredes cristalinas, porém, uma flecha pôde cruzar,
e Laurelassë cerrou seus olhos - ao peito de seu pai ela atingiu. Homens,
cavalos e a própria Arda emudeceram, enquanto Lyondeloth mergulhava em
profunda dor.
    
Desperto por um dos mais fiéis servidores dos rohirrin, ele ordenou que
o corpo fosse carregado e bradando seu lamento ao mundo e à coragem dos
homens, os fez cavalgar impetuosos até Edoras.

De sua mãe, recebeu um livro. De seus amigos, um broche – cavalo sob
folha de Lórien, como o destino trançou - e dos Valar, um sonho: Manwë,
o uno com Ilúvatar, e Varda, guardiã dos Quendi, com ele conversavam em
terras belas e distantes. "O Mundo muda para voltar ao que é ... dos
Eldar e Atani uma luz .... de além da cordilheira, o medo ... no além mar,
segredo ... o bem-querer de Lórien é uma flor eterna, enquanto frágil
... O Mundo é igual ao que jamais foi..."

Com o nascer do sol seguinte, reacendeu em Lyondeloth a luz dourada, e
aos Elfos abraçou apenas com sua folha, fôlego e sonhos, tomando, pois,
a estrada. Não sabe ele o que conduziu seus pés, mas às terras de Bri,
vilarejo de homens e hobbits, chegou. Lá, por provisão de Elbereth,
notáveis feitos alcançou e assentou morada na torre do ancestral Conselho
de Thargelion, obra de elfos e homens, para ainda hoje, entre eles uma luz
qual o brilho dourado nas folhas primaverís, Lyondeloth Laurëlairë
conduzir pela Terra Média sua busca por heróis para uma gloriosa missão,
num futuro que a cada dia se aproxima.

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