MUD Valinor


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A Honra de um Cavaleiro

A Honra de um Cavaleiro

Informações gerais

Título:
A Honra de um Cavaleiro
Autor:
Isnufles
Tipo:
Fan-fic ambientada no MUD (OOC)
Participantes:
Local:
Salões de Espera, Bri, Archet
Data IC:
manhã do 1º dia do ringarë do 3051º ano da Terceira Era do Sol
Data OOC:
03/03/2008

Resumo

As aventuras de um mago entre inúmeros assassinos.

***
Nota da Administração: Uma Fan-Fic ambientada no mud é como um Log OOC, ou seja, que _não ocorreu_ realmente dentro do jogo, portanto não é passível de atribuição de gp.



    Eis que um dia estava eu, aperfeiçoando e testando o dom da
magia, a mim concedido quando, por obscuras trilhas e tramas, fui levado
a um estranho lugar.
    Parecia uma guilda de assassinos! Eu tinha consciência do
perigo de permanecer ali, mas, mesmo assim, tomando coragem, avancei.
Porém, sou obrigado a admitir que fui tolo, e não me precavi.. em dado
momento, cheguei ao que parecia ser uma sala de aprendizes. Detido na
contemplação do lugar, e na terrível indecisão de continuar lá ou não,
percebi, tarde de mais, que meus pensamentos haviam sido longos de
mais...
    Subitamente, estava flutuando, meu corpo, ali, no chão, e duas
assassinas ao lado dele. Com minhas ultimas forças, observei-as bem, e
jurei que minha honra seria vingada, afinal, elas me atacaram pelas
costas, e eu não aceitaria a desonra.
    No momento seguinte, vi-me em belos salões de espera, e fui
compelido a investigá-los. Qual não foi minha surpresa (uma de tantas,
deste dia), quando encontrei estë, vala a quem era devoto, de corpo e
mente. Por algum tempo, aconselhei-me com ela, e ela apoiou meus planos.
    Andando mais um pouco, notei que chegara ao fim de minha curta
jornada: Namo e Vairë estavam ali, diante de mim.
    Namo me desejou as boas vindas ao seus domínios, e vairë me
examinava, atentamente. esperei, a um canto, enquanto eles deliberavam.
Novamente, fui surpreendido:eles me enviariam novamente à Terra-Média!
    Estava em Bri... Oh, cidade amada! Mas a determinação não
esmoreceu. Após recuperar meus itens, decidi partir para a tal guilda.
Já ouvira rumores de que haviam assassinos e estranhos seres em Archet,
por isto, parti imediatamente para lá.
    Depois de algum tempo de caminhada, encontrei uma mulher, que me
deu as boas vindas a Archet, acho que ela se chamava Kylara, mas, no afã
de continuar jornada, admito que não tenho certeza. Em fim, estava em
uma das ruas de archet:
    Rua dos Ofícios
    O chefe da guarda de Archet está aqui, observando tudo.
    O chefe da guarda está sob uma estranha mistura de luz e sombras.
    Reconheci que ele era protegido por alguma magia, mas preferi deixar
isto para lá. Em uma breve conversa (ele era um tanto quanto calado),
fiquei sabendo que havia um grupo de assassinos, no subterrâneo da
cidade, e que os guardas nunca conseguiam eliminá-los. Achei estranho,
mas, mesmo assim, já tinha a informação que desejava. parti, a procura
de alguma forma para adentrar o recinto.
    Percebi que, ao menos por ali, a cidade era bem policiada, mas.. nunca
se sabe...
    Rua das Batalhas.
    Por fim, algo suspeito! um bueiro... mas, percebi algo de
estranho..talvez, seja apenas uma impressão, pensei comigo, mas decidi
investigar.
    Antes de entrar, por ali, lembrei-me de, ao menos desta vez, me
preparar melhor, e, me concentrando, pronunciei, baixinho as palavras
"invisibilidade", porém no idioma usado para as magias. Percebi que
havia desaparecido... poucos poderiam me ver, agora.
    Abri a tampa, e estava sob o bueiro. Mas, havia um túnel, ali!
    Comecei a seguir pelo túnel, a princípio para o norte, depois com
algumas mudanças e, de rrepente....
    O Início das Escadarias
    Estava quase lá! Minha determinação era férrea, desejava encontrar as
tais assassinas, para vingar a desonra de meu nome, e os mestres daquela
guilda, para livrar a cidade, e desestruturar o lugar.
    Os movimentos mais furtivos que nunca, cheguei às masmorras. Havia um
assassino neófito ali, mas imaginei que ele não me veria... Grande erro:
ele me atacou.
    Rápidamente, contra-ataquei, reunindo a força necessária para liberar
uma rajada de ácido contra o jovem homem. Me surpreendeu, um pouco, a
força dele, mas, com outra rajada, me desvencilhei dele. O problema é
que, com o último suspiro, o assassino fez algo que poderia me trazer
problemas:
    O assassino neófito grita 'Mestre, me ajude!'
    O assassino neófito é jogado no chão, levado pelo peso do próprio corpo inerte.
    Se o tal mestre o tivesse ouvido, eu estava enrascado... Mas, em fim,
ele estava morto.
    Novamente, concentrei-me e, usando minha energia mágica, desapareci.
Após sacrificar o corpo à Estë, percebi que a porta próxima estava
fechada. Decidi-me por, novamente, usar das artes mágicas para
tornar-me translúcido.    
    Cheguei à uma câmara de torturas, onde havia um tal de Wilam, que,
felizmente, não me atacou... Eu tinha preça!
    Encontrei uma passagem secreta e segui por ela, a determinação cada
vez maior.
    Andei mais um pouco, e... cheguei, em fim, a guilda, propriamente
dita. Haviam vários homens suspeitos, por lá, mas nenhum era um mestre,
ou algo assim, pelo que pude notar.
    O confronto era eminente, e eu sentia isto em cada fibra de meu ser.
Preparei-me, utilizando meu treinamento em magias para aumentar algumas
capacidades físicas, como força, destreza, e outras, e minha preferida,
e mais seguras: tornei-me parcialmente sombra, de forma que poucos
golpes me feriam pra valer. Após me preparar, continuei por um corredor
de agradável odor, que, ao contrário de me acalmar, deixou-me ainda mais
preocupado.
    Então, cheguei. Estava lá. O destino a tanto colimado.
    A Câmara dos Aprendizes
    Uma linda mulher distribui todo o encanto aqui.
    Diara, a assassina cintila sob uma aura negra.
    Uma linda mulher distribui todo o encanto aqui.
    Arina, a assassina cintila sob uma aura negra.
    Como da outra vez, elas logo me atacaram, e pra valer... Mas, agora,
estava preparado. Soltando meu grito de guerra, avancei, arma em punho,
força mental concentrada, e, atacando com meu cajado, liberei várias
rajadas de ácido. Estava em desvantagem de dois contra um, mas não me
acovardei. As duas assassinas lutavam bem, devo admitir, mas eu conhecia
muitas formas de luta, e não estava me saindo nada mal... Logo, consegui
mudar a situação. Diara caíra, e logo foi a vez de Arina. Minha morte, e
a covardia das duas, estavam vingadas. Mas, lembrei-me de minha
determinação, de destruir os mestres de tal lugar macabro. Após
sacrificar os corpos à estë, saí do lugar, cautelosamente.
    Após andar mais um pouco, comecei a descer por algumas espirais,
parecia interminável... Ou seria minha ansiedade?
    Em dado momento, cheguei    a um estranho lugar... Onde morava o perigo:
    O Fundo do Poço
O Mestre dos Assassinos encara você com um olhar mortal.
    Adrathom cintila sob uma aura negra.
    Adrathom está coberto por uma aura flamejante.
(Oculto) Um homem suspeito olha desconfiado para você.
    Então, ali estava ele! o mestre.. e um homem, junto com ele. Talvez
fosse uma reunião? Bem, na verdade tive pouco tempo para pensar nisto,
pois Adrathom me atacou.
    Ele lutava muito bem, descobrindo os mínimos pontos fracos em minha
defesa, e seu escudo de fogo, criado por fortes poderes mágicos,
atrapalhava bastante. Quando menos esperava, o tal fora da lei me
atacou, também, mas de forma menos eficaz.
    A luta foi acirrada, e logo rajadas de ácido saltavam de minhas mãos,
fazendo um belo estrago. Sentia os ferimentos, eram terríveis, mas não
esmoreci. Então, após um golpe particularmente difícil, minha mão o
atravessou,    e ele explodiu em vapores de ácido!
    O fora da lei ainda tentou vingar seu chefe, mas, meu golpe foi
culminante, e ele também morrera.
    Sacrifiquei os corpos à Estë, indo a procura da tal mestra tão
comentada do lugar, sabendo que, após exterminá-la, teria concluído
minha missão.
    Andei mais um pouco, procurando me concentrar no que me faltava,
agora.
    A Câmara da Mestra Assassina
    Uma enorme cama real exibe todo o seu luxo aqui.
    A mestra dos assassinos está enfurecida com sua chegada.
    Mestra Cosira cintila sob uma aura negra.
    Em fim, chegara. Mas, para meu espanto, ela começou a utilizar o poder
mágico para se proteger!
    Os ataques dela eram, muitas vezes, mágicos. era uma grande oponente,
devo admitir. Por instantes,    paralizado, não pude atacar, mas, me
recuperei rápido e minhas rajadas de ácido recomeçaram. Logo, minha
última tarefa, naquele antro de assassinos implacáveis, acabara.
    Em fim, graças ao treinamento mágico, me transportei para Bri, e pude
descansar, depois de tantas emoções.

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Dicas de jogo

Atenção, dormir em colchonetes ou camas faz com que seu personagem se recupere mais rápido.