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Siginbund e a Ladra Cega

Siginbund e a Ladra Cega

Informações gerais

Título:
Siginbund e a Ladra Cega
Autor:
Siginbund
Tipo:
Log de interpretação genérico
Participantes:
Local:
Bri
Data IC:
Não indicada
Data OOC:
07/02/2008

Resumo

Siginbund ajuda Tamirra num dia frio.

Uma bela manhã, Siginbund, o Anão, passeava pelo norte de Bri, com seu machado em punho, esperando por alguma aventura, até que ouviu um grito desesperado...

Tamirra gritou 'Socorro! Alguém me ajude! Fui traída e amaldiçoada pelo meu Vala!!'

Siginbund perguntou 'Nossa, o que aconteceu?'

Tamirra Sparrow perguntou 'Quem é você?'

Siginbund continuou ‘... ahn... Sou siginbund, anão, te conheço de algum lugar... '

Tamirra tateia no escuro, tentando reconhecer um rosto amigo.

Siginbund ponderou 'e se não me falha a minha memória embriagada, você é Tamirra, famosa ladra da região... '

Tamirra Sparrow ponderou 'sou sim, e estou com um grave problema... '

Siginbund falou 'Tentarei ajudar, pagando bem, perigo não tem! '

Tamirra Sparrow exclamou 'pago quanto o senhor quiser!

Siginbund falou 'não te preocupes, vou te ajudar. '

Tamirra Sparrow exclamou 'Fui negligente com o meu Vala, e ela me amaldiçoou! Por isto, peço a sua ajuda, ó nobre anão mercenário! O mundo está escuro... Apenas ouço ruídos... Estou me sentindo sozinha!'

Siginbund ponderou ‘... É impressão minha ou você está com seu olhar vazio... Não fixa seus olhos nos meus... Parece estar cega... '

Siginbund levanta uma sobrancelha para Tamirra.

Tamirra Sparrow exclamou 'os meus olhos não enxergam mais cores, nem formas, é uma maldição! Por Ilúvatar, me desculpem!'

Tamirra cai de joelhos no chão e começa a chorar.

Siginbund come uma maçã.

Siginbund falou 'tu é ladra, tens de sofrer um pouco, mas creio que não mereças isto , vamos , quero te ajudar, voltaremos para nossa cidade e lá acharemos uma cura. '

Tamirra Sparrow exclamou 'eu seria eternamente grata ao senhor!'

Siginbund falou 'me dê sua mão, vou te guiar. '

Tamirra dá a mão para Siginbund.

Grandes flocos de neve começam a cair junto a chuva.

Siginbund falou 'está nevando e ficando frio. '

Tamirra treme desconfortavelmente.

Siginbund falou 'vamos rápido, tentarei sair daqui. '

Assim eles passaram pela fonte do bosque, que já estava parcialmente gelada, a neve fazia com que os dois andassem com dificuldade, até que Tamirra solta a mão de Siginbund e some em meio a névoa...

Tamirra foi para o sul.

Siginbund gritou 'Nao! Volte aqui... Maldição!'

Siginbund começa a procurar desesperadamente, passando pelo templo de Andrakaus, já esbranquiçado pela neve.
Correndo e ofegando, Siginbund se mete numa trilha a leste do portão norte e encontra a Ladra tateando pelos muros de bri.

Siginbund exclamou 'ah, te encontrei! ...sua cega enxerida só vá aonde eu mandar... Espere ai Tamirra, estamos nos arredores de Bri, mas uma coisa me preocupa.

Tamirra Sparrow perguntou 'o quê?

Siginbund ponderou 'Os guardas, você é uma ladra conheçida, eu um guerreiro bárbaro que está sempre sedento por batalhas... Eles não nos deixarão passar.

Tamirra Sparrow perguntou 'eles não teriam clemência por uma pobre mulher cega?'

Siginbund falou 'creio que não, assim como você não teve clemência por suas vitimas.

Siginbund bebeu água de um cantil de madeira.

Tamirra Sparrow falou 'O senhor vai ter que ir atrás da cura, pois eu não consigo me locomover...

Siginbund perguntou 'e quem poderia te curar?'

Tamirra Sparrow exclamou 'eu conheço um nobre senhor, de uma família generosa, Alatar    Eu posso prometer tesouros a ele! Ou os meus serviços!'

Siginbund faz Hmmmm.

Siginbund falou 'Alatar... Também o conheço, grande amigo, porem ele está dentro de bri , e creio que ele não sairá de sua meditação para vir aqui fora, na neve ,    ajudar uma fora da lei. E agora, como entraremos em Bri?

Tamirra faz Hmmmm.

Siginbund exclamou ' Somos Bárbaros, sou um guerreiro, você é uma ladra! Vamos destruir todos que quiserem nos impedir!

Siginbund sorri com maldade.

Assim, de mãos dadas com Tamirra, Siginbund colocou seu capuz na cabeça, e fez com que Tamirra só ficasse com a cabeça abaixada , de forma sombria para que ninguém os reconhecessem , chegaram a frente dos portões norte da cidadela de Bri , e Siginbund pediu para que o guarda abrisse a porta , já preparados para uma grande batalha caso o guarda os recusassem a entrar.... Mas estava tão frio e a névoa era densa que o guarda os deixou passar.

Siginbund sussurrou para Tamirra 'estamos em Bri! O guarda nos deixou passar!

Mas agora o desafio era outro, Tamirra estava com muito frio, sedenta e com fome, não conseguia caminhar direito, sendo praticamente carregada pelo anão. Correndo contra o tempo em direção ao centro da cidade para encontrar Alatar ou qualquer outro ser com alma caridosa para que pudesse salvar a vida de Tamirra.
Até que ela fechou os olhos e dormiu profundamente, Siginbund a segurou e a deitou no chão, olhando para ela, percebeu que Tamirra era uma bela Meio-Elfa, de rosto alvo. Esbanjava uma beleza incomum, sendo muito bela e sensual. Seus longos cabelos pretos constituíam uma trança, e conseguiu, contra a luz, ver um brilho vermelho em seus olhos negros... Ela parecia estar sangrando, estava ferida, Siginbund a acordou para que continuassem.

Siginbund falou 'você está um pouco ferida, mas temos que continuar nosso caminho ao Sul... '

Continuaram descendo pela Avenida Zênite, o chão de pedra estava escorregadio e a cidade estava deserta, já estava anoitecendo e a neve caia com mais força, seria difícil encontrar alguém...
Caminharam por mais alguns poucos minutos, passaram por uma imensa arvore, e mais ao sul, caíram juntos na velha e conhecida praça de bri. Os dois estavam cansados e ofegantes. Na praça estavam presentes Eleuvis, e Edward, um vendedor de flores que já estava indo embora, pois ninguém havia comprado nenhuma das suas flores naquele feio dia. Talvez tivesse mais gente na praça, mas estavam tão cansados que talvez não conseguissem ver seus rostos na escuridão. Tamirra ainda conseguiu forças para gritar...

    ...por favor, rápido, logo irei morrer!

Siginbund perguntou 'Eleuvis, viu Alatar por ai?'

Do céu... Voando sobre uma imensa e bela Águia surgia Alatar Anor, de Lórien, perguntando com uma voz suave, sem saber o que estava acontecendo...

Alatar Anor perguntou 'eu?'

Tamirra Sparrow perguntou 'é você que está aí, Alatar, meu amigo?

Siginbund, assustado exclamou 'Alatar! Por Eru! Salve nossa amiga Tamirra!

Tamirra ajoelha-se.

Alatar Anor perguntou 'o que ela tem?'

Siginbund falou 'ela está cega. E não consegue se alimentar e nem beber, sua vida está em risco.

Tamirra estava morrendo de sede e fome, e assim desmaiou fechou seus olhos profundamente...

Alatar olha rapidamente para Tamirra.

Tamirra acordou e se levantou.

Tamirra se espanta com a claridade.

Alatar olha pensativamente para Tamirra e diz 'Hmmm. ....candussidof uizuguburueaoculo'.

Um brilho tomou conta do corpo de Tamirra que parecia estar regenerada completamente.

Alatar deu um cantil de madeira para Tamirra.

Tamirra ajoelhou-se perante Siginbund.

Siginbund sorri para Tamirra.

Tamirra segura a mão de Siginbund, amavelmente.

As Bochechas de Siginbund estão em fogo.

Tamirra Sparrow exclamou 'nobre anão, provastes a sua valia! Agradeço-lhe com a minha vida! Quanto que quer?'

Tamirra parece feliz mostrando a língua.

Siginbund falou 'Como anão, pediria 100 mil moedas de ouro, mas não cobrarei nada, qualquer dia peço tua ajuda. '

Tamirra Sparrow perguntou 'jura?'

Siginbund falou 'não, pode ir pagando. '

Siginbund dá muita risada.

E assim termino de contar esta aventura que um Anão e uma Meia-Elfa viveram nos arredores de bri.




Nota: A encenação do log constava como 16/02/05. Foi alterada na publicação para constar nas publicações recentes, posto que enviado em 07/02/08.

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