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O Escriba Fazedor de Ouro

O Escriba Fazedor de Ouro

Informações gerais

Título:
O Escriba Fazedor de Ouro
Autor:
Fedro
Tipo:
Obras IC em geral (Livros, poemas, músicas e cartas)
Participantes:
Local:
Par do pônei Saltitante
Data IC:
27 do Lotesse 3034 TE
Data OOC:
22/09/2007

Resumo

Uma Cantiga curta e alegre, muito modesta em homenagem a Delberth Belegram, grande camarada de mãos calejadas do seu famoso trabalho como escriba de pergaminhos para vender e já ajudou Fedro...

Jingle! Jingle! Faz o ouro quando cai,
Se o povo é tolo e pobre,
Há quem saiba fazer sua conta e rico vai!

Bebo às espesas alheias em canções,
Faço versos por encomenda!
Mas de quem canto falo de graça,
E falarei de Delberth mercador de praça!

Pois se o bobo não faz seu ouro,
Outro vem e faz bem no seu lugar
E lá vem Delberth tão esperto,
Com pilhas de ouro no bolso a tilintar!


[Estribilho]
Quem já viu Delberth o mecenas, [1]
Escrevedor de longa data?
Tem Pergaminhos às centenas ,
E ouro no bolso à socapa!


E se das mãos dos jovens cai o ouro
Vem Delberth e o colhe,
Pois pra ele uma fortuna é pouco,
Mas seu trabalho não é mole!

Escreve santuário, força, até proteção,
Muito labor e escritura,
Mil pergaminhos brancos se vão,
Toda mana some pra se criar alguma cura.

Quando chega em Bri o vendedor,
Há até briga pra se comprar!
Se ele quiser sobe o preço...
E faz mais fortuna sem cansar!


[Estribilho]
Quem já viu Delberth o mecenas, [1]
Escrevedor de longa data?
Tem Pergaminhos às centenas ,
E ouro no bolso à socapa!


Quando certo dia um tempo atrás,
Um novato lhe apareceu,
E pediu "dez pergaminhos, tu me trazes?"
Delberth descobriu um mercado só seu!

Ó, tão bobocas os comerciantes são,
Têm suas lojas belas fechadas
O seu ouro que já foi milhão,
Vai pra mão do escriba da estrada!

Escrever todas essas magias
Não é coisa fácil que se aprenda...
Mas agora seus pergaminhos andam
De Beirágua, até Bri, e Valfenda!


[Estribilho]
Quem já viu Delberth o mecenas, [1]
Escrevedor de longa data?
Tem Pergaminhos às centenas ,
E ouro no bolso à socapa!

Quem nunca comprou de Delberth
Que se levante a vá embora!
Pois com trocista não converso,
E nossa conversa acaba agora!

[FIM]



[1] Mecenas: protetor das letras, das artes ou dos sábios e artistas. (Fedro recebendo ouro uma vez para ter comida, considerou Delberth naquele momento o mecenas de seu ofício e lhe fez a canção em agradecimento.).

* O autor fez o Log sem intenção de gp.

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