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Biografia de Fedro: As Verdades do Prisioneiro

Biografia de Fedro: As Verdades do Prisioneiro

Informações gerais

Título:
Biografia de Fedro: As Verdades do Prisioneiro
Autor:
Fedro
Tipo:
Biografia estendida
Participantes:
Local:
Floresta das Trevas / Bri
Data IC:
Nairë de 3018 TE
Data OOC:
22/12/2006

Resumo

Biografia de Fedro, um sensível e melancólico elfo da floresta das trevas, com interesses em magia e versos, e um passado obscuro que pouco se explica...

Este conto se passou na época das folhas verdejantes na floresta das trevas, por volta dos belos meses de Narië e Cermië segundo constou mais tarde nos registros dos homens de gondor, que morriam e esqueciam seus erros... Foi também no ano de 3018 dos chamados 'grandes anos' , exatamente no ano anterior à destruição do grande e maligno anel do poder nas chamas da Montanha da Perdição... A relação desses acontecimentos importantes ao que se relata porém é invisível, pois os finos traços do destino são transparentes aos leigos...

O turno de sua guarda seguia, contudo a visão do singular prisioneiro impregnava-lhe a mente e lhe maculava o coração...    A verdade é que olhos e pragas magoadas como aquelas nunca pudera imaginar!
Para Fedro Pé-de-Folhas aquele olhar ressentido tagarelava mais que os chiados odientos, e podia contar de todas as feridas que ainda sangravam, de todo remorso e solidão, de todos os anos de culpa...    Havia naquela criatura, ainda, a sombra de um hobbith caído, soterrado de temores e remorso, mas que sobrevivia e esperava por redenção...

    Nas noites que encarregavam o elfo da guarda da criatura, sozinho e escondido ele pranteava com temor, pois aquelas maldições e lamentos lhe contavam algo de si mesmo!    Era como se ouvisse trovas que já conhecia! Havia verdades sentidas naquelas pragas, quiçá algumas iguais às de seu coração...!
Talvbez estivesse apenas deslumbrado, talvez fosse apenas inocência de sua juventude? Fedro contava na época apenas 312 anos, e nunca saíra ou cogitara deixar a Floresta das Trevas, contentava-se em ser um bardo e escrever canções felizes e inocentes... Mas o contato com aquele prisioneiro...

    Atualmente, mesmo após muitos anos daquelas noites fazendo guarda, quando está sozinho pelas tavernas,    e os viajantes lhe questionam de sua vida anterior, ele tergiversa sempre... Pois é    como se todas as perguntas lhe trouxessem de volta as suas próprias dúvidas e os olhos da criatura. Como recordar a culpa de que foi, por sua insistência, que o bondoso Rei Thranduil concedeu certa liberdade ao prisioneiro para escalar as arvores durante o dia?    Como suportar, o terrível    segredo, de que os conflitos de seu coração talvez lhe impediram de fazer mais na noite do fatídico ataque em que o prisioneiro escapara?

    Provavelmente, traidor ainda maior fora ao abandonar seu rei e seu povo, e    a família    da qual restava seu amado irmão Donnovan, sem revelar-lhes as verdadeiras razões quem moviam seus passos e guiavam seu conflitante coração.

    " _Senhor, concede-me permissão para essa demanda que é a única capaz de    tranqüilizar meu espírito... Compreendo vossa afeição, que tenta desfazer minha culpa, porém... Ouso dizer que infelizmente tomei mais parte nessa falha, nesta fuga horrível,    do que podeis imaginar.    Hei de procurá-lo em cada canto da Terra-Média.    Apenas assim poderei redimir meu erro na tarefa que me confiaram e desfazer a vergonha a que exponho nosso Príncipe no conselho do sábio meio-elfo."

    E assimo elfo está fadado a caminhar, procurar, revirar a Terra-Média incessantemente, levando seus passos que parecem agora folhas ao vento, pés que são leves ao tocar o chão como folhas arrancadas de suas árvores e levadas para longe de casa...

    Por mais escuros que tenham sido os dias de tal busca, não existe breu maior que o de seu coração, breu este que só as magoas chiadas do prisioneiro
podem, quem sabe, iluminar. Pobre elfo! Com que palavras explicar que quando
peregrina, e    caminha pelas mais áridas charnecas das terras de ninguém
na verdade é a si mesmo que busca...

    

Nota:    Atualmente Fedro, quando sua busca não o consome, pode ser encontrado nas tabernas ou nos salões de Elrond, sempre junto ao fogo ruiminando seus pesares, ou compondo versos melancólicos sobre si, ou criando versos para outrem    talvez por amizade, e por vezes também sob alguma paga modesta e diminuta...

NOTA: O autor do log expressou intenção de não receber gp pelo envio.

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