MUD Valinor


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Agressora, Assassina, Condenada e Livre!

Agressora, Assassina, Condenada e Livre!

Informações gerais

Título:
Agressora, Assassina, Condenada e Livre!
Autor:
Fastin
Tipo:
Log de interpretação genérico
Participantes:
Local:
Bri, Mandos, Dwimorberg
Data IC:
mês Lótessë do 3038º ano da Terceira Era do Sol.
Data OOC:
09/01/2007

Resumo

Uma incrivel aventura de Fastin Guedebadebou em Mandos, após uma luta um tanto inesperada com Minem Hardraad, precedida de um não proposital ataque ao cavalo de Delberth Belegram.

    Era uma fria manhã de inverno quando eu decidi sair em uma aventura em direção a tão amedrontadora Dwimorberg ou Montanha Assombrada como alguns chamam. Tudo saiu como o planejado após sair do vilarejo de Bri, porém algumas milhas de caminhada após o primeiro obstáculo se colocou em seu caminho.

    Um corcel negro estava parado em uma área onde a trilha se dividia em quatro direções, um corcel chucro e destemido que olhava nervosamente em minha direção, não tendo outro caminho para seguir e necessitando passar exatamente no local onde aquele abominável animal estava parado não me restou alternativas a não ser atacá-lo.

    Juntando toda a coragem que me dispunha avancei em direção ao corcel com duas maças em punho, e após uma batalha sangrenta o derrotei. Mas o que eu não esperava era que meu ataque atingisse um cavalo de guerra que descansava também na área. Esse cavalo não pareceu revidar ao ataque não proposital que recebeu, e assim também pereceu em uma batalha que não lhe pertencia.

    Tudo mudou de uma hora para outra em meu mundo, após examinar o corpo do cavalo de guerra percebi que este era do renomado Delberth Belegram, e que a partir daquele momento eu havia me tornado uma pessoa agressora, a quem todos tinham o livre direito de matar se assim desejassem.

    Imediatamente juntei toda minha coragem e determinação e escrevi uma carta ao Sr. Delberth pedindo sinceras desculpas e oferecendo meus serviços para encontrar outro cavalo de guerra que pudesse substituir o primeiro em seus serviços.

    Assim, continuei minha viagem em direção a Montanha Amaldiçoada, já que a sombra da morte já pairava sobre mim, decidi que ali seria minha última aventura. E por alguns dias caminhei rumo às trevas.

    Quando eu havia chegado aos campos verdejantes que precendem a montanha, recebi uma resposta de Delberth, me comfortando e dizendo que não havia problemas. Me senti imediatamente aliviada, mas não me dei conta de que por mais que ele me perdoasse, nunca deixaria de ser agressora até minha morte.

    Por meses enfrentei o medo da morte no interior da escura caverna da montanha, lutando contra espectros amaldiçoados que por pouco não tiraram minha vida, até que finalmente encontrei novamente a saída daquele terrível lugar.

    Mal a luz do sol encontrou meu rosto, recebi a informação de que o terrível e forte mago Minem Hardraad estava me procurando para uma batalha. O desespero tomou minha mente e sem saber direito o que fazer rumei o mais rápido que pude para a sede do meu clã para pedir ajuda.

    Após consultar-me com os membros de meu clã, decidi confrontar meu destino o quanto antes, sendo assim, deixei todos os meus objetos de valor na sede da Ordem, empunhei minhas armas e armaduras, me protegi com todas as magias que passaram pela minha mente e de meus amigos e,    segui até a praça de Bri, onde Minem estava a minha espera.

    Assim que cheguei a praça ele me conduziu para fora de Bri, e numa área a oeste da Intersecção sofri o ataque. Talvez o destino estivesse me conduzindo a minha morte, mas não pude aceitar isso tão rapidamente. Organizei meus pensamentos e decidi-me por usar o ataque atropelar sobre ele, e assim ele não pode lançar seus terríveis feitiços sobre mim a tempo. E mais cedo do que eu jamais imaginava, Minem caiu morto no chão, eu havia conseguido ultrapassar as forças do destino e estava viva, porém ainda agressora, talvez até mais do que antes, meus crimes nunca seriam perdoados pelos Valar e Maiar.

    Minha consciência pesou sofridamente, e sem dó nem remorso de mim mesma, rumei à terrível caverna das aranhas, onde a morte imediata me aguardava, sem possibilidades de fuga ou luta. Lá chegando milhares de aranhas subiram em meu corpo, devoraram meus órgãos e eu me vi morta.

    Assim que acordei percebi-me em grandes salões imperiais, feitos para deuses, me levantei e segui para o norte, onde me deparei com a divindade Este que me conduziu para Námo e Vairë. E dali fui em direção a Mandos, condenada por meus crimes, esperando a decisão dos Maiar sobre minha condição.

    Mandos era, como se pode dizer, divino e igualmente entendiante. Podia ver montanhas surgirem e desaparecem no horizonte assim como as estrelas que cintilam no céu e o ruído do mar que ecoava em meus ouvidos. Minha mente vislumbrava os fantasmas do passado. Uma esfera brilhante parecia me acompanhar a cada passo com sua luz azulada, e nela eu via aqueles que me eram familiares lamentarem meu destino.

    Após um tempo vagando naquele mundo, descobri que olhando para a esfera podia conseguir papel e caneta, e escrever cartas aos meus amados amigos. Tomei então consciência de que se provasse minha inocência aos Maiar poderia voltar a Terra Média e ao convívio social. Escrevi uma longa carta explicando tudo o que havia acontecido e a deixei para os Maiar.

    Passado um período, Námo se pôs em minha presença.

Námo disse 'Salve Fastin, seja bem-vinda aos meus domínios. Sou Námo, o Senhor dos Salões de Espera . Este é o local para onde são enviados os fëar dos filhos de Ilúvatar após a separação dos seus hröar. Aqui, os fëar serão julgados conforme os Registros do Tempo mantidos por Vairë, minha esposa, e Senhora do Tempo. Aqueles que usaram sabiamente o livre-arbítrio que lhes foi dado, e seguiram os preceitos do Único, serão prontamente reencarnados sob um novo hröa. Porém, aqueles que se opuseram a vontade de Ilúvatar serão julgados pelo Conselho dos Maiar, devendo aguardar tal julgamento sob minha custódia'

Námo perguntou 'Assassinaste quem, ó pobre mortal?'

Eu respondi então 'Ahm.. Minem'.

Námo falou 'Deixei os registros com a Vairë, e aquela sapeca foi pra balada e ainda não voltou, por isso tenho que pedir pessoalmente seus crimes =)'.

Então continuei 'Mas foi ele que pediu '.

Minem apareceu em um clarão.

Námo exclamou 'você!'

'Então, eu estava agressora e daí ele pediu pra lutar, a gente lutou, só que matei ele. Ué, quem mandou ser fracote!', foi o que disse.

Námo tomou distância e estapeou Minem pela estupidez demonstrada. Námo evoca uma nuvem purpúrea. O medo dominou Minem, que começou a tremer incontrolavelmente.

Olhei então espantada, um tratamento um tanto estranho pensei.

Minem chorava desesperadamente ao perceber que alguma coisa estava diferente!

Námo falou 'Pronto'.

Minem Hardraad perguntou 'O quê eu estou fazendo em Mandos?'

Námo falou 'Agora Minem foi castigado por seus pecados.'

Não conseguindo me conter, tive que rir, afinal não é sempre que alguém é castigado com uma mudança de sexo.

Minem Hardraad perguntou 'Que foi que eu fiz?'

Námo falou 'Sentirá em sua pele a fúria dos Valar.'

Minem também parecia não estar entendendo, pressuposto a cara de espantado que fez neste momento. Mas Námo generosamente explicou 'você é um fraco.'

Minem Hardraad falou 'Me tira daqui, caceta' (digamos que ele provavelmente estava fora de si ao dizer isso a um Vala).

Námo exclamou 'E não dirija a palavra a mim se eu não assim o permitir!'

Námo tomou distância e estapeou Minem pela estupidez demonstrada.
Minem tomou distância e estapeou Námo pela estupidez demonstrada.
Aparentemente revoltado com a falta de educação do mortal, Námo mata Minem a sangue frio! Este gritou furiosamente e caiu inerte no chão! Estava MORTO!!

Logo em seguida Minem apareceu em um clarão, e revoltado xingou. E então começou a coletar os itens de seu corpo morto.

Námo falou 'Eu tentei avisar'.

Minem Hardraad falou 'me mande para Isengard de novo, estou ajudando a Eryon'' e chorou desesperadamente ao perceber que alguma coisa estava diferente! Então desapareceu em um redemoinho colorido.

    E então eu nem pude acreditar, os Maiar haviam me perdoado, me livrando dos Domínios de Mandos! E então eu estava novamente em minha cidade natal, vislumbrando o    Bosquepraça, lágrimas brotaram de meus olhos, tamanha a emoção que senti.

    E então a voz de Námo povoou a minha mente me dizendo 'Isso é para você aprender a não bater mais em crianças!'

    Olhei novamente ao redor, e me dei conta de como realmente é bom viver!

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